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Lançado e desenvolvido pelo Banco Central do Brasil (BCB) no ano de 2020, o Pix entrou no cenário nacional como uma das principais formas de pagamento. Diante da adoção do mecanismo por quase toda a população brasileira, a autarquia federal independente projetou novas funcionalidades nas operações para os próximos dois anos.

A título de curiosidade, o BCB revelou que, somente em 2025, o Pix movimentou mais de R$ 35 trilhões, demonstrando estar presente no dia a dia da população brasileira. O lançamento do mecanismo foi bastante comemorado, principalmente por aqueles que enfrentavam dificuldades com os impasses com as instituições financeiras diante das operações limitadas.

Atualmente, o sistema de pagamento garante a transferência de valores de forma instantânea, sem maiores dores de cabeça. Nesse cenário, as funções englobam os serviços do Pix cobrança, saque, troco, agendado, por aproximação, automático e como Open Finance. Em resumo, todas essas vertentes potencializam a economia do país.

Mas, afinal, quais são as mudanças que estão por vir?

No ano atual, o Banco Central do Brasil decretou a necessidade de potencializar os serviços, garantindo uma maior segurança no ato das transferências. Nesse sentido, a autarquia deseja lançar, nos próximos meses, as seguintes melhorias:

  • Obrigatoriedade da Cobrança Híbrida: todo boleto digital deve conter, além do código de barras e número do boleto, um QR Code para pagamento via Pix;
  • Pagar duplicata por PIX: a duplicata é um título de crédito utilizado entre empresas no Brasil. Então, ao invés de pagar ou receber o dinheiro de uma dívida por TED, seria utilizado o Pix;
  • Split Tributário: quando um cliente pagar por um produto via Pix, o sistema saberá automaticamente quanto é imposto e quanto pertence ao lojista, fazendo o repasse de cada parte na hora, sem intervenção manual.

Posteriormente, no ano de 2027, o BCB estuda instituir o Pix Internacional, expandindo o processo para vários países e em quase todas as lojas disponíveis. Além disso, deseja impor o serviço em Garantia (usar futuros pagamentos via Pix como garantia de um empréstimo) e Aproximação Off-line (permitir pagamentos por aproximação mesmo que o celular esteja sem internet).

Fonte/Veículo: Correio do Estado

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