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SINDIPOSTO GO obtém esclarecimentos oficiais sobre o programa Recicla Goiás

Prezados associados, Atento às dúvidas e preocupações sobre a obrigatoriedade de adesão ao programa Recicla Goiás, o SINDIPOSTO GO realizou uma consulta formal junto ao órgão ambiental competente para obter esclarecimentos oficiais para a nossa categoria. Em resposta, fomos informados sobre as seguintes diretrizes, baseadas no Decreto Estadual nº 10.255/2023: 1. Quem está isento da obrigação?   Postos de Combustíveis: A atividade de revenda de combustíveis, por si só, não se enquadra no Sistema Recicla Goiás.   Troca de Óleo e Venda de Lubrificantes: A legislação do programa não se aplica a embalagens e resíduos de óleos lubrificantes, que já possuem um sistema próprio de logística reversa.   Lojas de Conveniência: Estão isentas, desde que atuem exclusivamente como revendedoras de produtos de outras marcas. 2. Em qual caso a adesão é obrigatória? A obrigação se aplica apenas às lojas de conveniência que comercializam produtos de marca própria. Nesse cenário, o estabelecimento é considerado "detentor da marca" e, portanto, responsável pela logística reversa das embalagens. 3. Meu CNPJ apareceu na lista do Diário Oficial, o que devo fazer? Caso sua empresa tenha sido indevidamente listada, é necessário preencher o Formulário de Justificativa de Não Adesão diretamente no site do programa. Prazo: O envio deve ser feito até o dia 15 de março.   Como preencher: Anexe um relatório simples descrevendo as atividades da empresa, fotos do estabelecimento e dos produtos vendidos, e o Cartão CNPJ. O formulário está disponível na página inicial do site, sem necessidade de cadastro prévio.   Acesso: https://recicla.goias.gov.br/ O SINDIPOSTO GO reafirma seu compromisso em buscar informações seguras e defender os interesses de seus associados, colocando seu Departamento Ambiental à disposição dos revendedores para prestar orientações e auxiliar no correto preenchimento do formulário, garantindo que o procedimento seja realizado de forma adequada e dentro do prazo estabelecido, permanecendo à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais. Permanecemos à disposição para mais esclarecimentos.  

O preço da gasolina de Trump e o futuro do morticínio no Irã

O preço da gasolina de Trump e o futuro do morticínio no Irã

O preço médio dos combustíveis nos EUA aumenta desde que começou a guerra contra o Irã. Lá não tem Petrobras para amaciar a variação de preços. Nesta quinta, a gasolina comum custava 12,5% mais do que na média de fevereiro. Por falar nisso, o litro custava R$ 4,54. Na média brasileira, R$ 6,3 emdash;a renda média americana é o quádruplo da brasileira. Passemos. Combustíveis mais baratos ajudavam a conter a inflação nos EUA. Mas o nível de preços desde a inflação da pandemia ainda machuca a metade mais pobre do país, que não vem tendo aumento real de salário nem se beneficia do aumento de riqueza com a alta das ações. Mesmo sem guerra, preços seriam um problema para Donald Trump e o Partido Republicano nas eleições do final do ano. Em entrevista nesta quinta, Trump disse que não se preocupa com isso: "...[os preços] vão cair muito rapidamente quando isso [guerra] terminar e, se subiram, subiram...". E daí? Não se sabe o que os Estados Unidos trumpianos querem com a guerra contra o Irã, se é que eles sabem. Sem objetivo definido, não há medida de sucesso e, pois, baliza para dar fim ao conflito. Nem mesmo é possível medir se tal ou qual quantidade de perdas, como mortes, destruição ou perda de prestígio político e internacional, vale a continuidade da guerra. Afora Xi Jinping ou país com bomba atômica, quase apenas altas de preços e tumultos nos mercados financeiros têm feito Trump recuar de ameaças e medidas lunáticas. Gasolina, ações e variações perigosas das taxas de juros nem de longe servem como avaliação de sucesso na guerra. Mas seriam a medida de Trump, outra vez? O Seamp;P 500, um índice muito importante do mercado de ações nos EUA caiu apenas 1% em relação à sexta passada, antes do começo da guerra. É nada, dada a volatilidade do Seamp;P 500. O preço do barril de petróleo Brent já aumentou mais de 16% desde então, bem pior, embora, em um dia qualquer, o preço do Brent pode variar mais ou menos 5%, em média, ao do mês anterior (é assim desde 2023). Dado o tamanho do enrosco e do risco de desastre ainda maior, não são variações descabeladas. Quase não passa navio pelo famoso estreito de Hormuz, por onde sai o equivalente a 20% do consumo diário de petróleo no mundo. É medo de bomba. Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos em parte contornam o estreito recorrendo a oleodutos; petroleiras americanas podem produzir mais, assim como as de países de fora da zona do conflito. No curtíssimo prazo, semanas, não compensam 15% da perda com Hormuz. Quanto mais tempo de asfixia, maior o risco para preços, mas o fim do ataque daria alívio quase imediato (claro, os efeitos da guerra vão muito além disso, em particular para os mortos). Trump disse que a guerra duraria mais quatro semanas, sabe-se lá com base em qual cenário. Na média das pesquisas calculada pelo Silver Bulletin, a popularidade de Trump se move pouco desde meados de janeiro. A desaprovação é agora de 54,9%; a aprovação, de 42,5% saldo negativo de 12,4 pontos (era positivo de 11,6 no início do mandato). A insatisfação é bem parecida com a desaprovação desta guerra de Trump: no pior dos casos, das pesquisas, é de 59%. Portanto, o morticínio no Irã por ora não afeta ainda mais o prestígio desse bucaneiro perverso e demente, que é capaz de falar de escolha de cortinas douradas para o salão de baile que está construindo na Casa Branca no meio de um discurso sobre a guerra. Preços e prestígio por ora parecem os motivos à vista que podem conter Trump.

Fecombustíveis relata alta nos preços de combustíveis por distribuidoras

Fecombustíveis relata alta nos preços de combustíveis por distribuidoras

A Fecombustíveis, entidade que representa cerca de 45 mil postos de combustíveis no Brasil, informou nesta quinta-feira que recebeu relatos sobre o aumento dos preços praticados por distribuidoras. Essa elevação é atribuída ao impacto da alta do petróleo no mercado internacional, decorrente do conflito no Golfo Pérsico. Segundo a entidade, o mercado é livre e cada posto pode decidir se repassará ou não os aumentos de custos, conforme as estratégias competitivas de cada empresa. A Fecombustíveis destacou que, apesar de a Petrobras, responsável por aproximadamente 70% do abastecimento no país, não ter alterado seus preços, o mercado também é abastecido por combustíveis importados e refinarias privadas, que estão reagindo à alta do petróleo. eldquo;Por isso, os preços nacionais são afetados pelos preços praticados no mercado externoerdquo;, afirmou a entidade. Ela acrescentou que os postos revendedores são o último elo da cadeia de comercialização e estão sujeitos ao aumento dos custos de compra dos combustíveis junto às distribuidoras, o que pode refletir nos preços ao consumidor. A Fecombustíveis também mencionou que refinarias privadas, como Mataripe (Bahia), Clara Camarão (Rio Grande do Norte) e a do Amazonas, geralmente seguem os preços do mercado internacional. Desde o início dos ataques dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, os preços do petróleo saltaram, resultando em riscos de navegação no Estreito de Ormuz, onde circulam 20% do petróleo global, além da redução na produção em países como Iraque e Catar. Nesta quinta-feira, o petróleo Brent subiu US$ 4,01, ou 4,93%, alcançando US$ 85,41 por barril, enquanto o petróleo West Texas Intermediate dos Estados Unidos subiu US$ 6,35, ou 8,51%, atingindo US$ 81,01, seu maior valor desde julho de 2024. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a empresa está avaliando o mercado e evita repassar a volatilidade global aos preços locais. Contudo, até a manhã desta quinta-feira, o desconto do diesel da Petrobras em relação ao produto importado havia atingido cerca de 30%, a maior defasagem desde 2022, segundo nota do Goldman Sachs. O presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araujo, comentou que compreende a decisão da Petrobras de esperar uma acomodação do mercado, mas acredita que já é hora de aumentar os preços internos, citando riscos de desestímulo às compras pelos importadores. A distribuidora Ipiranga, uma das três maiores do Brasil, afirmou que acompanha continuamente as condições de mercado e pode realizar ajustes comerciais, sempre em conformidade com a legislação. A empresa ressaltou que eldquo;o preço final nos postos é definido pelos revendedores, uma vez que o mercado brasileiro opera sob o princípio da livre concorrênciaerdquo;. As outras duas principais distribuidoras não se manifestaram. O IBP, que representa todas as distribuidoras, declarou que a formação de preços dos combustíveis na cadeia de distribuição nacional é livre, seguindo a dinâmica de oferta e demanda. A Fecombustíveis enfatizou a importância de esclarecer os fatos para evitar que os postos revendedores sejam injustamente responsabilizados pelo aumento dos custos de operação.

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