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Preço do etanol segue firme, enquanto cotação do açúcar cai

Preço do etanol segue firme, enquanto cotação do açúcar cai

As cotações do etanol continuam firmes no Estado de São Paulo, apesar da baixa liquidez nos negócios, aponta o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A proximidade do recesso de Carnaval também tem dado suporte aos preços e pode gerar negócios adicionais neste período. De 19 a 23 de janeiro, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado fechou em R$ 3,0871 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), aumento de 0,52% sobre a semana anterior. Para o anidro, o indicador subiu 1,33%, a R$ 3,5377 por litro. De modo geral, segundo o Cepea, a demanda teve leve retração na semana passada, enquanto a oferta seguiu limitada. Vendedores continuam negociando quantidades menores, na expectativa de preços mais altos nas próximas semanas. Quanto à demanda, chegou a eldquo;esfriarerdquo; um pouco nos últimos dias, já que boa parte dos compradores segue focada na retirada de produto adquirido anteriormente a cotações inferiores às praticadas atualmente. Açúcar Já os preços do açúcar cristal branco seguem em queda no mercado paulista. De 19 a 23 de janeiro, o indicador Cepea/Esalq teve média de R$ 104,38 a saca de 50 quilos, recuo de 1,56% em relação ao período anterior. Segundo agentes consultados pelo Cepea, apesar da demanda relativamente estável ao longo da semana, as baixas foram influenciadas principalmente pelo fato de as negociações no mercado de balcão terem envolvido maior volume de açúcar de menor qualidade. Ofertantes têm limitado a oferta do produto de maior qualidade, à espera de recuperação nos preços.

Preço do etanol fica mais barato em três Estados

Preço do etanol fica mais barato em três Estados

Os preços médios do etanol hidratado subiram em 17 Estados, caíram em outros três e no Distrito Federal e ficaram estáveis em cinco na semana encerrada em 24 de janeiro. No Amapá não houve medição. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol subiu 0,88% na comparação com a semana anterior, a R$ 4,61 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço subiu 1,38%, para R$ 4,42 o litro. A maior alta porcentual na semana, de 1,89%, foi registrada no Maranhão, a R$ 4,85 o litro. A maior queda, de 0,66%, ocorreu em Mato Grosso, para R$ 4,55 o litro. O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,69 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,49, foi observado em Pernambuco. Já o menor preço médio estadual, de R$ 4,20, foi registrado em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amazonas, de R$ 5,49 o litro. O etanol seguiu mais competitivo em relação à gasolina em apenas um Estado brasileiro na semana passada: Mato Grosso do Sul. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol tinha paridade de 72,83% ante a gasolina no período, portanto desfavorável em comparação com o derivado do petróleo. Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado. Em Mato Grosso do Sul, onde o litro vale R$ 4,20 e a paridade é de 69,08%. (Estadão Conteúdo)

Gasolina mais barata? Redução nas distribuidoras pode não chegar aos postos do DF, diz sindicato

Gasolina mais barata? Redução nas distribuidoras pode não chegar aos postos do DF, diz sindicato

A Petrobras vai começar a vender gasolina mais barata para as distribuidoras de todo o país a partir desta terça-feira (27). A redução será de R$ 0,14 por litro de gasolina pura, segundo anunciou a estatal. O impacto no preço das bombas dos postos do Distrito Federal, no entanto, pode ser menor que isso e demorar a chegar. O Sindicato dos Postos de Combustível do DF (Sindicombustíveis-DF) aponta uma possibilidade ainda pior: a redução na Petrobras pode nem fazer diferença no bolso do motorista. O presidente da entidade, Paulo Tavares, explica que a redução de preços ao consumidor final tende a ser menor, de cerca de R$ 0,10 por litro. Isso, porque a gasolina C, vendida nos postos, recebe a adição de álcool anidro endash; e esse componente segue com o preço inalterado. Segundo Tavares, no entanto, essa redução nas bombas só acontece se as distribuidoras repassarem o preço menor aos postos. Mesmo se esse repasse acontecer, o ritmo depende dos estoques. Distribuidoras que estavam com seus tanques cheios, comprados ao valor atual, tendem a manter o preço de revenda no patamar em vigor. O desconto, neste caso, só viria quando a própria distribuidora também comprar mais barato da refinaria. "Isso significa que, mesmo havendo redução imediata na refinaria, é preciso que as distribuidoras renovem o estoque antigo, comprado a preço maior, para que a queda chegue ao consumidor", destaca. Apesar disso, o sindicato reforça que há condições reais para a gasolina ficar mais barata no DF.

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