Petróleo fecha em alta, com notícias dos EUA se sobrepondo à cautela por covid-19

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta quinta-feira, 29, com o otimismo do mercado pela retomada global, embasado em indicadores, se sobrepondo à cautela por conta do avanço da covid-19, com destaque para a Índia. Entre os dados, o destaque foi a publicação da primeira leitura do PIB dos Estados Unidos no primeiro trimestre, sugerindo recuperação no maior consumidor mundial de petróleo.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do WTI para junho avançou 1,80%, a US$ 65,01. O Brent para julho, por sua vez, subiu 1,90%, a US$ 68,05 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Foi publicado hoje que PIB dos EUA cresceu a uma taxa anualizada de 6,4% nos três primeiros meses do ano, ficando apenas 1% abaixo dos níveis pré-crise. “De fato, 2021 deve ser o ano mais forte para o crescimento do PIB real dos EUA em quase 40 anos”, aponta análise do Wells Fargo. Tendo em vista a vacinação, e com a covid-19 desaparecendo “rapidamente”, os EUA parecem abertos para negócios, aponta o Bank of America (BofA). “Reservas de companhias aéreas, pedidos de caminhões e taxas de frete estão apontando para cima, e apresentando um olhar positivo para o futuro do combustível que já parece melhor do que o esperado”, avalia o banco, projetando uma cenário de demanda ainda maior para o petróleo na maior economia do mundo.

Por outro lado, no terceiro maior consumidor mundial da commodity, a Índia, o mercado avalia os impactos da covid-19. Hoje, o país renovou o recorde diário de novos casos, e o governo deu os primeiros indícios de que não terá vacinas disponíveis para todos os adultos a partir do dia 1 de maio, como havia anunciado.

O ING aponta que há um interesse crescente dos refinadores indianos em aumentar as exportações, com vários deles oferecendo produtos para o mercado de externo, em uma tentativa de lidar com a formação de estoques domésticos. “O aumento dos fluxos é um risco para as rachaduras de produtos regionais, com o fornecimento adicional potencialmente pesando sobre eles”, avalia o banco holandês.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do WTI para junho avançou 1,80%, a US$ 65,01. O Brent para julho, por sua vez, subiu 1,90%, a US$ 68,05 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Foi publicado hoje que PIB dos EUA cresceu a uma taxa anualizada de 6,4% nos três primeiros meses do ano, ficando apenas 1% abaixo dos níveis pré-crise. “De fato, 2021 deve ser o ano mais forte para o crescimento do PIB real dos EUA em quase 40 anos”, aponta análise do Wells Fargo. Tendo em vista a vacinação, e com a covid-19 desaparecendo “rapidamente”, os EUA parecem abertos para negócios, aponta o Bank of America (BofA). “Reservas de companhias aéreas, pedidos de caminhões e taxas de frete estão apontando para cima, e apresentando um olhar positivo para o futuro do combustível que já parece melhor do que o esperado”, avalia o banco, projetando uma cenário de demanda ainda maior para o petróleo na maior economia do mundo.

Por outro lado, no terceiro maior consumidor mundial da commodity, a Índia, o mercado avalia os impactos da covid-19. Hoje, o país renovou o recorde diário de novos casos, e o governo deu os primeiros indícios de que não terá vacinas disponíveis para todos os adultos a partir do dia 1 de maio, como havia anunciado.

O ING aponta que há um interesse crescente dos refinadores indianos em aumentar as exportações, com vários deles oferecendo produtos para o mercado de externo, em uma tentativa de lidar com a formação de estoques domésticos. “O aumento dos fluxos é um risco para as rachaduras de produtos regionais, com o fornecimento adicional potencialmente pesando sobre eles”, avalia o banco holandês.

Sobre o anúncio recente do presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, de que seu país pretende parar de exportar petróleo bruto, o Broadcast ouviu especialistas, que se mostraram receosos sobre o movimento.

Fonte: Terra